Oficina Aquarela – Florianópolis

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[FLORIANÓPOLIS]

DUAS TURMAS:

Sexta-feira, 30 de Junho de 2017.
Sábado, 1º de Julho de 2017
14:00 – 19:00

R$ 190

Ministrante: Luiza Normey

INSCRIÇÕES:
luizamatiza@gmail.com

A oficina é voltada para aqueles que querem aprender as técnicas básicas de aquarela e incluí-las em seus projetos pessoais ou profissionais de maneira criativa!

REQUISITOS

Basta gostar de arte e ter vontade de aprender. Aqui não precisa saber ilustrar ou pintar 🙂

PROGRAMAÇÃO

  • Apresentação de materiais
  • Prática de técnicas variadas
  • Criação de paletas de cores
  • Aquarela experimental
  • Como aplicar a aquarela em projetos pessoais

MATERIAIS NECESSÁRIOS

  • Estojo de aquarela (pastilha, bisnaga ou líquida. Marcas: Pentel, Sakura, KOH-I-NOOR, Aquarelle, Winsor&Newton)
  • Papel para aquarela 300g (Bloco A4 Canson Linha Universitária ou Bloco A4 Canson XL Aquarelle)
  • Dois pincéis: Médio (nº 6 ao 10) e pequeno (nº 0 ao 2). Marca mais em conta: KERAMIK (sintético). Pincel redondo de aquarela.
  • Godê ou prato

MATERIAIS OPCIONAIS

  • Outras tintas (guache, acrílica, nanquim)
  • Lápis, borracha, caneta

*IMPORTANTE: Traga materiais que já use no seu trabalho/hobby para experimentar junto com a aquarela. (Exemplos: Linha e agulha de bordado, recortes, fotografias impressas, bico de pena e tinta para caligrafia, caneta brush para lettering, estêncil, carimbo, o que quiser!)

ENDEREÇO

Rua Altenor Viêira, 305. Apto. 202
Lagoa da Conceição – Florianópolis – SC.

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Como aprendi a desenhar (e pintar).

Já me perguntaram isso algumas vezes e como eu sempre gostei muito de guardar meus desenhos desde criança, achei que daria um bom tema 🙂

No meu caso, como aprendi a desenhar fez muita diferença em como lidei com a ilustração durante a vida. E como faz parte da minha profissão, minha trajetória artística afetou muito minhas escolhas.

Sempre quis ser aquela pessoa que diz que desenha desde criança, não consegue ficar um dia sem rabiscar, tem seu próprio estilo e é ilustrador porque desenhou a vida inteira e adora o que faz. Pois é, comigo não aconteceu assim. Acho que seja porque sempre desenhei para satisfazer aos outros e não à mim, e por isso tive várias crises artísticas durante a vida e só agora estou conseguindo me encontrar. Como creio que muitas pessoas passam por uma situação parecida com a minha, e para os curiosos, hoje contarei como aprendi a desenhar.

Onde tudo começou…

Sabe quando perguntam pra qualquer ilustrador quando começou a desenhar e quase sempre respondem “desde que me conheço”, ou algo semelhante? Pois é, acho que essa resposta é clichê porque é a realidade da maioria das pessoas, ilustradores ou não. Nos primeiros anos de vida aprendemos a caminhar, falar, e também aprendemos a rabiscar. A diferença de quem sabe desenhar e quem não sabe, é que quem sabe é porque nunca parou, ou parou mas voltou a treinar. E então vem aquela velha história, “não é dom, é treino”. E é verdade, até porque “dom” não existe, o que sim existe é algumas pessoas terem mais facilidade do que as outras. O mais comum são os casos de crianças que tinham essa facilidade e por isso eram incentivadas a continuar, e também elas percebiam que tinham jeito pra coisa. Mas também têm aquelas que não eram “boas”, mas gostavam muito, e por isso continuavam, e com bastante persistência acabaram virando ótimos ilustradores.

Eu sou a criança que tinha facilidade. Isso me favoreceu e desfavoreceu por vários fatores que irei contando. Tenho pouca memória dos meus primeiros 5 anos de vida, mas lembro que eu gostava muito de desenhar na escola e algo que me marcou, foi desenhar junto com meu pai. Ele sabia desenhar (umas 5 coisas de cabeça, mas era bom de observação), e ele me ensinava o que sabia e ficávamos rabiscando juntos, acho que isso me influenciou muito a continuar.

Aos 5 ou 6 anos de idade minha família resolveu que eu podia começar a cursar aulas de desenho. No 1º dia a professora me deu um livro de ilustrações e pediu pra eu escolher uma e copiar. Esse pássaro no ninho foi minha primeira cópia.

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Digo “cópia”, porque nesse curso, que durou 3 anos, eu devo ter feito talvez mais de 100 desenhos e apenas uns 3 que eu pude ser livre e não copiar de algo pronto. Basicamente eu fui treinada para ser desenhista de observação.

A professora tinha uma didática bem clássica. Além do desenho, aprendi teoria da cor e pintar com outros materiais, como pastel seco. (7 anos de idade)

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A técnica de pintura que eu mais usava era lápis de cor aquarelável. Não sei se era escolha minha, porque lembro de ter bastante desgosto em pintar com lápis, até hoje acho meio que uma tortura (para pintar grandes áreas, detalhes acho legal!).

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A ilustração das joaninhas foi talvez aos 6 anos, as outras duas aos 7. Aprendi a usar o lápis de outras maneiras, criando texturas, como o caso das folhas da árvore do desenho dos cisnes. E lembro que a ilustração do buquê de rosas era meu maior orgulho.

Também aprendi sombra e luz e técnica de hachura. (7 anos de idade)

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Aprendi a pintar com canetinha e misturar várias técnicas de pintura (pastel+lápis de cor+canetinha).

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E aos 8 anos a professora finalmente disse que eu estava pronta para aprender pintura a óleo.

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Vendo esses resultados até eu achava que desenha muito bem, que tinha um grande talento. Porém, eu só era boa quando tinha algo para copiar. Isso me limitava e eu acabava não gostando dos desenhos que eu fazia sem referência.

Infância/Pré-adolescência.

Aos 9 anos comecei a frequentar um curso que era só de pintura a óleo. Eu aprendi muito sobre pintura e observação, mas o desenho livre continuava sendo deixado de lado.

Aos 11 ou 12 anos um amigo do meu pai que é artista plástico me ensinou aquarela. Inclusive o meu estojo da Winsor&Newton que aparece nas minhas fotos é dessa época!! Tinta de qualidade 😀 Hehehe. O que aconteceu foi que eu aprendi no papel errado, com os pincéis errados, e então me frustrei e não quis continuar tentando. Essa é uma das pinturas que fiz observando parte do meu quintal na época.

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Porém, tenho guardada uma pintura que fiz aos 12 ou 13 anos, que gosto muito, e foi totalmente livre, criada na base da memória. Quando eu estava na 7ª série, a escola levou a gente para visitar a Ilha do Campeche (é uma ilha que fica em Florianópolis e é bem paradisíaca). Era minha segunda vez lá, mas eu estava sem meus pais, e eu e um colega pegamos nossos óculos de natação e fomos nadando contornando a ilha, até chegar numa parte com corais. (Olha o perigo, hahahah). Foi uma das experiências mais emocionantes e bonitas da minha vida de adolescente e quando fui pra aula de pintura, quis retratar o que vi. A professora me deu a ideia de usar massa acrílica (acho que era isso) para criar textura no quadro na parte dos corais. Usei um pincel duro pra criar essas pontas.

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Adolescência.

Aos 14 anos fiz aula de desenho com uma menina do Design da UDESC, que tinha um estilo meio mangá, eu também tava entrando nessa fase e aprendi um pouco mais sobre anatomia e movimentos. Acho que talvez foi nessas aulas que aprendi a finalizar meus desenhos com caneta nanquim e usar a técnica de tirar vários xerox pra nunca pintar o original. Eu desenhava a lápis, depois passava o nanquim, apagava com a borracha o que restava do grafite, depois xerocava várias cópias e ia testando formas diferentes de pintura com lápis de cor.

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Por essa época eu já estava largando a pintura e me focando mais no desenho. Continuava tendo bastante dificuldade em criar algo sem copiar, mas eu tava empenhada em conseguir. Foi uma fase bem mangá e indo aos poucos para o realismo.

Aos 16 anos fiz alguns meses de aula de desenho com uma professora que focava no estilo japonês mesmo. Lembro que o mais valioso que aprendi foi a usar direito o lápis de cor para preenchimento e a técnica de usar corretivo para criar luzes na pintura.

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Faculdade.

Aí que começou a treta verdadeira. Se você se achava especial na escola, a faculdade te ensina que você é um zé ninguém, hahaha. Conheci muita gente talentosa na ilustração, o Photoshop apareceu na minha vida pela primeira vez e eu era bem ruim (Por que escolhi cursar Design??), etc etc. Mesmo assim continuei desenhando por minha conta mas cada vez com menos motivação. Como não sabia nada de nada de programas, fiz um curso de 3 meses no SENAC (acho!) de Photoshop e Corel Draw (risos). Mas com essa base consegui me virar pro resto do curso e posteriormente empregos de design e tal. Tudo que aprendi até hoje foi com tutoriais na internet e dicas de amigos.

Foi na 4ª fase (eu tinha 19 anos) que apareceu um professor que dava aula de Desenho de Personagem. No começo eu continuava frustrada e não conseguia soltar o traço. Tive uma crise existencial pesada nessa época, em que eu achava que desenhava só para que os outros gostassem de mim, que eu não tinha verdadeiro talento, devia largar a faculdade, etc etc. Quando saí do buraco comecei a desenhar o que me dava na telha. E foi aparecendo meu verdadeiro estilo, que o professor chamava de “ilustração para livros infantis”.

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Nessa aula sinto que reaprendi a desenhar. Não sei como, mas com poucas dicas e correções do professor, eu conseguia evoluir muito. Não precisava mais usar referências nem copiar outros desenhos. E eu só gostava de desenhar menininhas, hehe.

Com a ajuda de uma amiga e depois treinando bastante, aprendi a pintar no Photoshop. Resolvi arriscar e desenhar também personagens adultos, tudo durante essa disciplina.

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Aprendi sozinha a pintar no Illustrator. Mas não era muito minha praia, fiz poucas ilustrações vetoriais. (Minha época de estilo pin up, hehe)

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Também comecei a experimentar usar texturas no Photoshop… (Acho que essa é minha pintura favorita da minha época digital).

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Na 7ª fase (21 anos) tive aula de desenho de novo com esse professor, desta vez era Charge e Caricatura. Aprendi mais sobre expressões faciais e criar traços fortes e marcantes nos rostos, bem diferente do que eu estava acostumada a desenhar.

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Me arrisquei mais uma vez na pintura digital, tentando aplicar o que eu já sabia de pintura manual para o Photoshop, usando o brush mais comum que tem e as vezes aplicando no fundo  uma textura de parede ou papel (só sabia fazer isso, hehe). Ah, eu usava uma tablet da Bamboo Fun. (Alias, ainda uso a mesma, ela quebra um galho na minha vida cada vez menos digital).

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E creio que foi também na 7ª fase que tive minha primeira aula de Aquarela de verdade verdadeira! ❤ Descobri que no passado minhas tentativas foram um fracasso porque eu não usava os materiais adequados, nem sabia trabalhar com a água. Quando minhas pinturas começaram a dar certo vi que tinha descoberto minha técnica de pintura favorita ❤

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Aprendi todo o básico e depois fui treinando sozinha, vendo tutoriais na internet e observando outros artistas pintando.

No meu TCC fiz um livro infantil todo em aquarela, já falei sobre ele aqui. Isso foi em 2012 e eu já estava a um tempo sem desenhar, por isso meu traço já não está tão solto como antes.

Vida adulta.

Aos 22 anos (2012) comecei a trabalhar em uma empresa como Designer e tanto o desenho quanto a pintura foram deixados de lado. Mas acho que foi só quando tirei de mim a pressão de que deveria ser uma grande ilustradora e trabalhar com isso que consegui desenhar pra mim. Aí foi a época que criei a página da Matiza (2014) e tudo começou 🙂 Ainda estou buscando meu estilo, tentando lembrar por que eu gostava de desenhar quando criança… a ilustração ainda é algo não resolvido na minha vida, sorte que tenho a pintura para me acalmar. E dar aula está sendo muito mais divertido do que eu imaginava!

Como disse lá no começo de tudo, a forma que aprendi a desenhar influenciou bastante minha vida. Se eu não tivesse sido ensinada que o mais importante era retratar a realidade, talvez minha trajetória artística teria sido diferente. Minha luta cada dia é conseguir criar de maneira mais solta, espontânea, prazerosa, sem grandes cobranças, controle e pressão. Cada dia mais valorizo a arte abstrata, os desenhos nada realistas, o manual, o acaso. Claro que cada um tem seu estilo, e acho que está muito relacionado à personalidade de cada um. Eu apenas descobri que a forma que sempre desenhei não era eu, mas alguém que eu achava que tinha que ser. Ainda estou na busca… mas sinto que tô no caminho certo, desta vez a professora sou eu mesma 🙂

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Oficina Estamparia Manual

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[FLORIANÓPOLIS]

Sábado, 24 de Junho de 2017.
14:00 – 19:00

R$ 200
oficina + materiais

Ministrante: Luiza Normey

INSCRIÇÕES:
luizamatiza@gmail.com

A oficina é voltada para aqueles que querem aprender a estampar de forma manual em diversas superfícies, com ênfase no têxtil.

REQUISITOS

Basta gostar de estampas e ter vontade de aprender. Aqui não precisa saber desenhar 🙂

Idade mínima: 12 anos.

PROGRAMAÇÃO

  • Apresentação de referências
  • Criação de carimbos
  • Prática com diferentes formas de estampar
  • Criação manual de rapport (padronagem)
  • Estampação no tecido com os carimbos desenvolvidos


MATERIAIS NECESSÁRIOS

  • Tesoura (e estilete, se tiver)
  • Cola bastão
  • Avental ou camiseta velha (para não manchar a roupa)
  • Lápis e borracha
  • Régua (se quiser fazer estampas geométricas)
  • Ideias de figuras para os carimbos (figurativas, abstratas, geométricas, o estilo que preferir)

MATERIAIS FORNECIDOS PELA PROFESSORA

  • Tecido, tinta, materiais para criar os carimbos.


ENDEREÇO:
Rua Altenor Viêira, 305. Apto. 202
Lagoa da Conceição – Florianópolis – SC.

[FOTOS OFICINAS ANTERIORES]

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Oficina Aquarela – Porto Alegre

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[PORTO ALEGRE]

Sábado, 18 de Março de 2017.
14:00 – 19:00

R$ 190

Ministrante: Luiza Normey

INSCRIÇÕES:
luizamatiza@gmail.com

A oficina é voltada para aqueles que querem aprender as técnicas básicas de aquarela e incluí-las em seus projetos pessoais ou profissionais de maneira criativa!

REQUISITOS

Basta gostar de arte e ter vontade de aprender. Aqui não precisa saber ilustrar ou pintar 🙂

PROGRAMAÇÃO

  • Apresentação de materiais
  • Prática de técnicas variadas
  • Criação de paletas de cores
  • Aquarela experimental
  • Como aplicar a aquarela em projetos pessoais

MATERIAIS NECESSÁRIOS

  • Estojo de aquarela (pastilha, bisnaga ou líquida. Marcas: Pentel, Sakura, KOH-I-NOOR, Aquarelle, Winsor&Newton)
  • Papel para aquarela 300g (Bloco A4 Canson Linha Universitária ou Bloco A4 Canson XL Aquarelle)
  • Dois pincéis: Médio (nº 6 ao 10) e pequeno (nº 0 ao 2). Marca mais em conta: KERAMIK (sintético). Pincel redondo de aquarela.
  • Godê ou prato

MATERIAIS OPCIONAIS

  • Outras tintas (guache, acrílica, nanquim)
  • Lápis, borracha, caneta

*IMPORTANTE: Traga materiais que já use no seu trabalho/hobby para experimentar junto com a aquarela. (Exemplos: Linha e agulha de bordado, recortes, fotografias impressas, bico de pena e tinta para caligrafia, caneta brush para lettering, estêncil, carimbo, o que quiser!)
ENDEREÇO
AREA 51.
Av. Coronel Lucas de Oliveira, 894 – 3º andar.
Porto Alegre, RS.


Meu objetivo com esta oficina é ensinar a aquarela e inserir ela na vida de vocês de maneira leve e divertida. Conhecida como uma técnica difícil e por isso muitas vezes frustrante, quis preparar uma aula que usasse a aquarela mais como uma ferramenta de criatividade ao invés de uma técnica artística clássica.

E aí? Vamos aquarelar? 🙂

 

Oficina Estamparia Manual

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[FLORIANÓPOLIS]

Sábado, 11 de Março de 2017.
8:00 – 13:00

R$ 190
oficina + materiais

Ministrante: Luiza Normey

INSCRIÇÕES:
luizamatiza@gmail.com

A oficina é voltada para aqueles que querem aprender a estampar de forma manual em diversas superfícies, com ênfase no têxtil.

REQUISITOS

Basta gostar de estampas e ter vontade de aprender. Aqui não precisa saber desenhar 🙂

Idade mínima: 12 anos.

PROGRAMAÇÃO

  • Apresentação de referências
  • Criação de carimbos
  • Prática com diferentes formas de estampar
  • Criação manual de rapport (padronagem)
  • Estampação no tecido com os carimbos desenvolvidos


MATERIAIS NECESSÁRIOS

  • Tesoura (e estilete, se tiver)
  • Cola bastão
  • Avental
  • Lápis e borracha
  • Régua (se quiser fazer estampas geométricas)
  • Ideias de figuras para os carimbos (figurativas, abstratas, geométricas, o estilo que preferir)
  • 1 metro de tecido que será comprado no dia da Oficina na loja do Atelier

MATERIAIS FORNECIDOS PELA PROFESSORA

  • Tinta, esponja, e.v.a, papel, fita, pano, papel carbono, pote, pano, etc.


ENDEREÇO:
Atelier Eliane Castelan.
Rua Auroreal, 910, Campeche – Florianópolis – SC.
(48) 3237-3595

Dicas *Aleatórias* da semana – 3

Olá gente, como foi o Natal de vocês? 🙂

Minhas férias continuam mas o blog não pode parar! hehe

As dicas da semana são:

Livro: Trabalhe 4 Horas por Semana – Timothy Ferriss 

Indicação de uma amiga que quer ser Nômade Digital, algo que não sei se serei um dia…espero que sim 😀 Mas o livro não é apenas para quem é freelancer ou tem seu próprio negócio. As dicas são para todos, inclusive para quem é funcionário de empresa. Claro que nem tudo dá pra se levar em conta, e não é para fazer exatamente o que o livro diz (não faça isso com livro algum), mas eu gostei bastante porque mostra um estilo de trabalho e vida que não é comum, e te faz repensar tudo. Os conceitos chaves para mim foram: a Lei de Pareto: 80% dos resultados são produzidos por 20% dos esforços; não espere por uma aposentadoria no final, tenha mini aposentadorias durante a vida; quanto tempo perdemos respondendo emails e indo em reuniões inúteis?; as possibilidades de terceirizar seu trabalho; entre outros. Recomendo a leitura 🙂

Como cortar o cabelo em camadas.

Cortar cabelo cacheado sempre é um drama, eu demorei 20 anos para encontrar uma cabeleireira que soubesse o que estava fazendo, e 24 anos para encontrar um salão especializado em cabelos cacheados (tenho 26, hehe). Mesmo cortando agora em um lugar que entendem meu cabelo, eu ainda sofro com a rapidez que o corte perde a forma e sempre preciso dar uma aparada. Graças a internet, encontrei um vídeo que ensina como aparar as pontas deixando camadas e resolvi experimentar. Dá super certo!! Obrigada, Tuany, pelas dicas maravilhosas :* Aqui vai o link: https://www.youtube.com/watch?v=tKC7HmbR5xo

Artista inspiração da semana: Leah Duncan

Eu já seguia ela a um tempo no instagram, mas tinha esquecido e de repente pulou na minha timeline e me apaixonei de novo. Para quem curte estampas, vale muito a pena seguir o trabalho dela ❤ Instagram: @leahduncan  Site: http://leahduncan.com/

Sense8 – Série (Netflix)

Esta semana não vi nenhum filme tão legal para indicar aqui, mas assisti o episódio especial da 2ª temporada de Sense8 e essa vai ser minha recomendação! Não vou resumir aqui sobre o que se trata (é só dar uma googleada), mas vou dar minha opinião de porquê acho que vale a pena assistir. E a razão é que ela abre tua mente sobre preconceitos sexuais, de gênero e raça, e procura naturalizar todas essas questões que a sociedade ainda não aceita bem.


Eu já queria indicar mais dois livros, só que aí é demais e ninguém vai ler, heheh. Então fica pra próxima!

Boa semana para todos vocês ❤

 

Dicas *Aleatórias* da semana – 2

Passou mais uma semana e estas são minhas novas dicas 🙂

Pão de queijo sem lactose.

Eu sou intolerante a lactose desde meus 17 anos… mas só recentemente andei fuçando receitas alternativas de comidas que sinto falta. (Mentira, nem sinto falta porque como igual, mas aí passo mal, e não é legal, haha). E uma que testei e achei que deu certo foi esta! 😀 Aqui vai o link: http://www.lactosenao.com/receitas-sem-lactose/pao-de-queijo-sem-lactose/

Minha primeira entrevista em vídeo.

Aí é mais uma propaganda que uma dica, será? haha Para quem se interessa por estamparia ou está no mundo das artes/design e não sabe o que fazer, talvez minha entrevista dê uma luz. Eu até hoje me sinto perdida, mas aos poucos chegamos lá 🙂 O link do vídeo é este aqui: http://bit.ly/Luiza-Normey

Alternativas para desodorante.

Estes dias andei testando coisas diferentes e resolvi compartilhar aqui com vocês! Para quem tem alergia (como eu) ou quer usar algo mais saudável, barato e que produz menos lixo, tem duas opções bem boas que descobri e testei. A que eu mais gosto é usar Bicarbonato de Sódio. Eu literalmente pego um pouco do pozinho com o dedo e coloco nas minhas axilas e deu. Funciona perfeitamente, menos em dias muuuuito quentes e dai tenho que passar mais vezes durante o dia. A outra opção é usar Leite de Magnésia. Coloca um pouco num algodão e passa (eu passava só com o dedo também). Funciona legal mas eu achei que o bicarbonato aguentava melhor. Aí vai de cada um 🙂 Não gastei mais do que 5 reais com cada produto, ainda tem mais da metade, e já uso a um ano.

Copenhagen – Filme

Filme que vi esta semana no Netflix e gostei! Principalmente pela fotografia… os cenários.. me espantou que todo mundo tava de manga curta o filme inteiro e isso deve acontecer uma vez por ano lá, haha. (Nunca fui, não sei, tô chutando) 😛

Pipoca com ketchup.

E falando em filme, já comeram pipoca com ketchup picante? Hahaha Adoro.