Oficina Aquarela – Porto Alegre

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[PORTO ALEGRE]

Sábado, 18 de Março de 2017.
14:00 – 19:00

R$ 190

Ministrante: Luiza Normey

INSCRIÇÕES:
luizamatiza@gmail.com

A oficina é voltada para aqueles que querem aprender as técnicas básicas de aquarela e incluí-las em seus projetos pessoais ou profissionais de maneira criativa!

REQUISITOS

Basta gostar de arte e ter vontade de aprender. Aqui não precisa saber ilustrar ou pintar 🙂

PROGRAMAÇÃO

  • Apresentação de materiais
  • Prática de técnicas variadas
  • Criação de paletas de cores
  • Aquarela experimental
  • Como aplicar a aquarela em projetos pessoais

MATERIAIS NECESSÁRIOS

  • Estojo de aquarela (pastilha, bisnaga ou líquida. Marcas: Pentel, Sakura, KOH-I-NOOR, Aquarelle, Winsor&Newton)
  • Papel para aquarela 300g (Bloco A4 Canson Linha Universitária ou Bloco A4 Canson XL Aquarelle)
  • Dois pincéis: Médio (nº 6 ao 10) e pequeno (nº 0 ao 2). Marca mais em conta: KERAMIK (sintético). Pincel redondo de aquarela.
  • Godê ou prato

MATERIAIS OPCIONAIS

  • Outras tintas (guache, acrílica, nanquim)
  • Lápis, borracha, caneta

*IMPORTANTE: Traga materiais que já use no seu trabalho/hobby para experimentar junto com a aquarela. (Exemplos: Linha e agulha de bordado, recortes, fotografias impressas, bico de pena e tinta para caligrafia, caneta brush para lettering, estêncil, carimbo, o que quiser!)
ENDEREÇO
AREA 51.
Av. Coronel Lucas de Oliveira, 894 – 3º andar.
Porto Alegre, RS.


Meu objetivo com esta oficina é ensinar a aquarela e inserir ela na vida de vocês de maneira leve e divertida. Conhecida como uma técnica difícil e por isso muitas vezes frustrante, quis preparar uma aula que usasse a aquarela mais como uma ferramenta de criatividade ao invés de uma técnica artística clássica.

E aí? Vamos aquarelar? 🙂

 

Oficina de Aquarela

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Minha primeira oficina! Espero que seja o inicio de um novo trabalho na minha vida 🙂 Sempre gostei de ensinar informalmente, mas estar numa sala com alunos me olhando e tendo um cronograma de aula, isso sempre me pareceu algo fora do meu alcance! Mania de pessoa perfeccionista, que acha que tem que ser a melhor do mundo no tema para poder dar aula. Se fosse assim, não existiriam professores, né? :p Por isso resolvi finalmente tomar coragem e ensinar algo que gosto muito e de um jeito diferente das oficinas clássicas de aquarela, e espero que vocês gostem 🙂

Esta vez será na minha cidade, Florianópolis, no café Coffee Shop 18 no bairro Itacurubi. Com o tempo pretendo fazer em outros lugares e quem sabe outras cidades! Se está interessado, dá pra organizar e eu vou, viu? 🙂 A oficina tem a duração de 5 horas e terá uma pausa para o coffee break fornecido pelo local. Acho que vocês deveriam aproveitar, hein! Estas são as informações:

Local: FLORIANÓPOLIS
Data: 22 de Outubro de 2016
Horário: 14h-19h
Preço: R$190 (Oficina + Coffee Break do Coffee Shop 18)

A oficina é voltada para aqueles que querem aprender as técnicas básicas de aquarela e incluí-las em seus projetos pessoais ou profissionais de maneira criativa!

REQUISITOS

Basta gostar de arte e ter vontade de aprender. Aqui não precisa saber ilustrar ou pintar 🙂

PROGRAMAÇÃO

  • Apresentação de materiais
  • Prática de técnicas variadas
  • Criação de paletas de cores
  • Aquarela experimental
  • Como aplicar a aquarela em projetos pessoais

MATERIAIS

  • Estojo de aquarela (pastilha, bisnaga ou líquida. Marcas: Pentel, Sakura, KOH-I-NOOR, Winsor&Newton)
  • Papel para aquarela 300g (Bloco A4 Canson Linha Universitária ou Bloco A4 Canson XL Aquarelle)
  • Três pincéis: grande (nº 10 ao 24), médio (nº 4 ao 8) e pequeno (nº 0 ao 2). Marca mais em conta: KERAMIK (sintético).
  • Godê ou prato

MATERIAIS OPCIONAIS

  • Outras tintas (guache, acrílica, nanquim)
  • Lápis, borracha, caneta

*IMPORTANTE: Traga materiais que já use no seu trabalho/hobby para experimentar junto com a aquarela. (Exemplos: Linha e agulha de bordado, recortes, fotografias impressas, bico de pena e tinta para caligrafia, caneta brush para lettering, estêncil, carimbo, o que quiser!)

ENDEREÇO
Coffee & Shop 18
Rua Acelon Pacheco Da Costa, 64, Itacurubi – Florianópolis – SC.
(48) 3025-5211


Meu objetivo com esta oficina é ensinar a aquarela e inserir ela na vida de vocês de maneira leve e divertida. Conhecida como uma técnica difícil e por isso muitas vezes frustrante, quis preparar uma aula que usasse a aquarela mais como uma ferramenta de criatividade ao invés de uma técnica artística clássica.

E aí? Vamos aquarelar? 🙂

Para se inscrever: http://www.luizanormey.com.br/pd-3adc25-oficina-aquarela-presencial.html?ct=&p=1&s=1

Qualquer dúvida, me mandem um email: contato@luizanormey.com.br

Projeto Estamparia – “Frutas España”

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Este post está na minha pasta de  rascunhos faz muito tempo, e resolvi finalmente finalizá-lo para mostrar pra vocês. Para os que não sabem, acabei de voltar da Espanha onde estive 10 meses estudando uma Pós em estamparia. Durante o curso fizemos milhares de projetos, e entre eles, três foram mais importantes. O primeiro deles é este que contarei como foi minha experiência criando a primeira coleção de estampas da minha vida, hehe. Como é difícil encontrar processos de estamparia por aí, vou seguir o mesmo esquema de passo a passo do blog, e contar como foi todo meu desenvolvimento criativo 🙂

O briefing.

Consistia em criar uma coleção de estampas para roupas e produtos para a marca espanhola La Casita de Wendy. Uma das sócias é a Inés Aguilar, que também é diretora do Máster. Apesar do estilo da marca ter que ser levado em conta, foi dada uma certa liberdade também para que pudéssemos descobrir nosso próprio estilo. O exigido era que o conceito da coleção contasse uma história.

O conceito.

Eu queria fazer sobre um tema que estivesse relacionado com a minha vida na Espanha e ao mesmo tempo ser algo legal de ilustrar. Quando eu era criança morei em Sevilla e nessa época eu adorava comer as frutas do verão, como morango, cereja, romã e pêssego. Como não são típicas do nosso clima brasileiro, esses sabores ficaram na minha memória de criança como frutas relacionadas à minha vivência na Espanha. Resumindo, meu conceito ficou: Frutas da minha infância na Espanha. (Nada pessoal, hahaha)

Rascunhos – Parte 1.

Como era minha primeira vez fazendo estampas, comecei rascunhando todo tipo de estilo que vinha na cabeça, para depois receber o feedback da professora. Para ser bem sincera eu estava bem confusa e não sabia como compor as imagens, nem que elementos usar, etc etc. Estas foram as primeiras tentativas:

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Além dessas composições que fiz, também mostrei meu caderno de aquarela onde tinham meus estudos. E para minha surpresa, a professora preferiu meus rascunhos do caderno do que todas essas estampas. Estas são algumas páginas do caderno:

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E por fim, isso me deu uma luz e resolvi fazer tudo de novo. Adotando a estética do meu caderno de pinturas despretenciosas. AH, e não menos importante, este maravilhoso caderno é um dos que a Miolito me deu de presente ❤ Ele me acompanhou durante todo o curso, e em breve mostrarei ele completo aqui no blog!

Rascunho – Parte 2.

A nova estética definida seria misturar manchas de aquarela com rabiscos em nanquim preto. Resolvi ir pintando sem muito planejamento para ver onde chegava. Com as páginas sendo preenchidas, as cores começaram a ficar mais repetitivas e surgiu uma paleta. Além das frutas citadas, outros elementos que escolhi foram as folhas, sementes e meninas ❤

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Pinturas finais.

Depois de finalmente definir uma paleta de cor, os elementos, a estética, e os temas de cada estampa, comecei a pintar diretamente no papel, sem lápis nem borracha, e ir experimentando da mesma forma que fiz no caderno, para não perder a espontaneidade do traço. Decidi fazer estampas com vários elementos, traços pretos e fundo branco por enquanto.

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Outras ilustrações foram pintadas de maneira mais fechada, como um bosque.

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E também fiz uns elementos simples para estampas menos complexas, que ficam bem em produtos de decoração.

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Pattern.

Para construir os patterns não foi tão complexo como a primeira vez que fiz. O motivo principal disso é que minhas ilustrações já estavam quase prontas em termos de composição, a única coisa que faltava fazer era recortar, retocar e mudar algumas cores, tudo no Photoshop, e depois criar o rapport. Para quem não está familiarizado com essa palavra, rapport é a mínima parte de uma estampa, é a “peça” que permite a imagem se repetir infinitamente. Não vou explicar mais a fundo porque isso já seria tema para outro post, hehe. Então, continuando, estes primeiros patterns (estampas) quase não foram modificados para construir o rapport (ou seja, não houve trabalho de composição no Photoshop).

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Os próximos foram apenas recortados os elementos e dispostos em fileiras muito simples.

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E por último, peguei elementos das outras estampas, fiz uma mistura entre eles e criei mais 3 patterns. Só neste grupo que realmente foi feito um trabalho de composição no Photoshop.

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Outras técnicas.

Além de fazer as estampas, também deveríamos experimentar diferentes formas de estampação, entre elas: carimbos, serigrafia, bordado, etc. Alguns exemplos:

Impressão sublimática em tecido sintético + bordado:

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Carimbos:

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Estêncil:

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Estêncil + bordado:

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Bordado:

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Considerações finais.

(Título de capítulo de monografia, hehe)

Bom, o projeto durou quase três meses, tempo pra caramba. Eu devo ter feito umas 50 aquarelas no mínimo. No total foram entregues 15 estampas, duas delas posicionais (que não mostrei aqui). As partes mais trabalhosas para mim foram definir um conceito, uma estética, o tema de cada estampa, e depois por último, a parte de estampar em diferentes técnicas foi uma função infinita, haha. Eu gostei do resultado final, claro que mudaria várias coisas, principalmente na parte de coleção mesmo, acho que muitas estampas ficaram parecidas demais, etc etc, poréemm, para um primeiro projeto, fiquei bem orgulhosa.

Em outro momento mostro como foi outro dos projetos grandes!

Me contem o que acharam desse novo tema de Passo a Passo do blog, se estão interessados em mais posts sobre estamparia, e o que mais gostariam de ver por aqui.

SPOILER: Dia 30 de Setembro (se a data não mudar até la) farei uma exposição sobre meus processos de criação de estampas, mostrando minhas pinturas, patterns e produtos finais. Será no Garupa Bike, em Florianópolis. Quando chegar mais perto da data, lembro vocês de novo 🙂 Mas já marquem na agenda!

É isso,
té té!

 

 

 

 

Cadernos, cadernos, cadernos! – Miolito em Madrid

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Faz um mês que cheguei na Espanha, e já tava na hora de atualizar isto aqui! Admito que aproveitei para descansar um pouco e tomar um tempo para mim… depois de trabalhar tanto nos últimos tempos, senti a necessidade de chegar em Madrid e relaxar. Agora com as baterias recarregadas e o curso finalmente começando, muita produção está por vir! 😀

Mas ainda não falarei sobre meu curso, porque este post já está na fila de espera a muito tempo (culpa do meu perfeccionismo!). Como mostrei no meu instagram e facebook a um mês atrás, recebi pelo correio um presente maravilhoso, uma caixa cheia de cadernos artesanais da Miolito ❤ Eu, uma pessoa viciada em cadernos, óbvio que surtei. Já faz tempo que namoro os produtos da Cajila e do Felipe (que são os responsáveis pela marca), mas como estou tentando controlar meu consumo por cadernos, resolvi esperar acabar os que eu já tinha, antes de adquirir novos. Mas olha o destino, no fim aqui estou eu cheia de cadernos de novo! Haha. Mas desta vez o momento é totalmente favorável, já que estou num curso de estamparia que valoriza muito o desenho manual, e com certeza os cadernos vão acabar rapidinho.

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Então agora vamos a parte baba-ovo <3. Eu não apenas recebi cadernos, mas chegou pelo correio uma caixa que dentro havia um lindo pacote, com meu nome escrito num coração, e vários cadernos diferentes, coloridos, todos lindamente embalados, com descrições técnicas, tudo feito à mão. Eu achei tudo tão impecável que demorei SEMANAS para abrir os cadernos. Poderia colocar num quadro. Sem contar que veio junto uma cartinha escrita pela Cajila dedicada especialmente a mim, que me fez ter a sensação que nos conhecemos. Adorei todo o cuidado com tudo, além das embalagens que já mencionei, os cadernos em si são muito bem costurados. Qualidade nota dez 😀

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Mas porque eu demorei tanto para abrir? Como sempre minha cabeça inventa coisas e no fim vou mudando de ideia e algo que era para ser simples, como testar os cadernos e contar sobre isso no blog, acabou virando uma crise de “que tema vou usar para desenhar nos miolitos??”. Sim, eu quis fazer um tema, e algo que tivesse a ver com Madrid, já que vim morar aqui. Depois de descartar mil ideias, gostei do plano de pintar/desenhar lugares que descobri nesta cidade maravilhosa. Então não será apenas um post falando sobre cadernos, mas também dando dicas legais de onde ir em Madrid 🙂 (Também mais pra frente farei um post exclusivo sobre isso, turismo “ilustrativo”, ou algo assim, hehe).

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Começarei pelo primeiro lugar legal que descobri por acaso. O Parque del Oeste. Escolhi o caderno Sketchbook Aquarela Kiwi porque senti que tinha que ser uma aquarela de paisagem. A folha é de 300g, papel canson, exatamente o bloco que estou usando atualmente, que recomendei no post sobre meus materiais. Gosto bastante, e não tive problema nenhum em fazer uma pintura bem aguada. O legal é que mesmo se o papel enrugar um pouco, o elástico que fecha o caderno é ótimo para juntar as páginas e deixar elas retinhas novamente. E sobre o parque, ele é GI-GAN-TES-CO, e tem lugares ótimos para picnic e jogar uma canga pra dormir a siesta.

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O segundo lugar que descobri foi o Museo ABC. Esse foi um achado bem inusitado, porque estava eu perdida em ruazinhas por aí, e em uma delas, super pequena, havia um museu todo moderno por fora, e resolvi dar uma checada. Para minha surpresa o Museu é especializado em ILUSTRAÇÃO. Vocês devem imaginar minha cara de felicidade quando entrei, e ainda por cima dentro tem uma loja só com LIVROS ILUSTRADOS. É um sonho. Melhor lugar! E quase tive um infarto quando saindo de lá descobri que aquela ruazinha estava super perto da minha casa! Já sou cliente VIP. Vou quase toda semana, hahah. E apesar de ser um lugar super legal, é bem desconhecido, e a maioria das pessoas nem sabe da existência. Detalhe: é grátis. Quem vier pra cá, não deixa de dar uma passada! 🙂 Bom, o caderno que resolvi usar foi o Sketchbook Kraft Amarelo que tem folhas mais finas, na gramatura 90. Muito bom para técnicas mais secas ou até semi-úmidas, como canetinha. O papel aguentou super bem.

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O terceiro lugar que descobri por acaso e também quase escorreu uma lágrima (como tô sentimental, haha), foi a Rosaleda de Madrid. Lá estava eu adentrando outras partes do Parque del Oeste e do nada chego num lugar meio escondido que dá num jardim de rosas. É lindo de morrer. Tem rosas de todos os tipos e sempre rolam competições. Com certeza irei lá várias vezes para buscar referências floridas 🙂 O caderno que escolhi foi o meu favorito, o Sketchbook Linho Montval. Ele tem um acabamento diferenciado, com capa de linho e fecho. O papel é canson montval, e foi a primeira vez que usei. Gostei muito! Diferente do outro, este não tem uma textura com linhas, então a pintura fica diferente e mais suave.

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O quarto lugar que escolhi foi o meu curso. Que foi uma descoberta também, muito por acaso! Agora que começaram as aulas percebi que foi algo maravilhoso que apareceu na minha vida. E a minha aula preferida, que foi com a professora Mónica Muñoz, me fez perceber que posso experimentar no mundo da padronagem e fazer coisas super espontâneas para criar minhas estampas. Então escolhi pintar algo assim, que veio das inspirações das aulas, e da minha vontade de experimentar. Admito que quando escolhi o caderno Sketchbook Grafite Mini não pensava em usar aquarela, porque a gramatura não é tão alta. Porém, me empolguei, aguei tudo, além de desenhar com canetinha, e apesar do papel ter ficado enrugado, o resultado da pintura foi bem satisfatório, então continuarei fazendo experiências e é isso aí! Hahah.

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Também ganhei um Kit de Journals Solar. Eles são ótimos para rascunhos, desenhar e escrever ideias, mas apenas com técnicas secas. Não desenhei neles porque resolvi dar de presente para uma grande amiga que veio me visitar 🙂 Se ela deixar, depois publico os maravilhosos letterings que ela faz, hehe.

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E por fim, o mini-caderninho, que na verdade é um chaveiro porta post-it. Super legal! Não sei ainda onde pendurar, porque morro de medo de perder por aí. Mas achei super fofo, e é uma ótima ideia de presente 🙂

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E ufa, caderno pra caramba! Nem acreditei que ganhei tanta coisa. Vou encher todos eles de desenhos nas próximas semanas e já divulgarei nas minhas redes sociais. Para quem ainda não conhecia a Miolito, vale muito a pena olhar o site e babar em tudo que eles produzem: http://www.miolito.com.br/

Espero que tenham gostado!

Té té 🙂

Passo a passo – “Tropical”

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Já faz um tempinho que não publico um Passo a Passo. Desta vez vou mostrar como fiz a pintura “Tropical”, que agora já está como estampa de camiseta no meu site! http://www.luizanormey.com.br

Bom, eu criei essa ilustração já faz uns 2 meses ou mais, e eu nem lembrava como tinha sido o processo exatamente. Por sorte tirei fotos e me surpreendi que usei umas técnicas diferentes nessa criação! Então vamos lá 😀

Parte 1 – O desenho.

Eu já estava com a ideia na cabeça de fazer uma menina cacheada com plantas tropicais no cabelo, e como fazia tempo que eu não desenhava esse tipo de vegetação, fui procurar referências no google imagens, pinterest, etc. O diferencial neste desenho é que resolvi testar usar lápis de cor para substituir o clássico grafite. Cada elemento foi desenhado com uma cor específica, o rosto com lápis marrom, as folhas escuras com lápis verde escuro, as flores laranjas com lápis laranja, e assim por diante. Usei essa técnica para evitar que o lápis grafite apareça na pintura, que é algo comum acontecer, e me incomoda um pouco. As desvantagens de fazer dessa forma com lápis de cor, é que fica muito mais difícil de apagar se você errar, e dá um trabalho extra ficar trocando de lápis a cada elemento com cor diferente.

Materiais utilizados:

  • Caixa de lápis de cor aquarelável da Faber-Castell de 36 cores
  • Folha do bloco da Canson Aquarela 300g/m², tamanho A4

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Parte 2 – A pintura.

Materiais utilizados:

  • Pincéis pelo de marta
  • Pincel com reservatório da Pilot Japan
  • Aquarela de pastilha da Winsor & Newton Cotman Water Colour
  • Aquarela de bisnaga da Winsor & Newton Cotman Water Colour
  • Lápis de cor aquarelável da Faber-Castell de 36 cores
  • Caneta branca 1M da Posca
  • Caneta amarela 5M da Posta

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Com aquarela fui pintando a base de todos os elementos (rosto, folhas, flores), com cores não muito saturadas, para depois ir acrescentando sombras e detalhes.

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Ah, um agradecimento especial a Jujuy, que estava me dando força moral e enviando energias positivas aos meus materiais de pintura 😀

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Com o pincel-reservatório pintei todo o cabelo de preto e os olhos.

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Depois de preencher quase toda a base da pintura, comecei a acrescentar sombras e cores mais fortes na folhagem, e esperei a tinta secar. Depois de tudo seco, usei lápis de cor para desenhar linhas nas folhas e flores, representando os nervos e texturas das plantas.

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Também acrescentei sombra no rosto com aquarela, e uma tentativa (que falhou, haha) em pintar um rosadinho nas bochechas. Depois disso senti falta de mais vegetação em volta do cabelo, então acrescentei umas folhinhas perdidas nas bordas.

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Todos os detalhes que seguem até a finalização da pintura eu não cheguei a tirar fotos 😦 Isso porque começou a ficar de noite e o flash da minha câmera deixa tudo terrível. Então vou tentar explicar o melhor que der sobre os próximos passos.

No cabelo pintei linhas cacheadas com aquarela preta bem saturada, e no rosto reforcei os contornos com um tom de pele mais escuro e alanjado que foi a mesma cor usada na boca. Acrescentei sardas para disfarçar o blush mal sucedido, hahah. Os olhos e sobrancelhas eu pintei apenas com aquarela. As folhinhas em volta do cabelo fiz o mesmo processo de antes, pintei as sombras com tinta e as linhas com lápis de cor. Por fim, senti que faltava alguma coisa e resolvi testar pela primeira vez as canetas Posca que eu tinha ganho de aniversário ❤ Usei branco e amarelo para decorar a folhagem com linhas e pontos. Achei viciante! Quero fazer mais pinturas com essas canetas, recomendo!

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E é isso! O desenho teve tanto sucesso que virou camiseta 🙂

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Espero que tenham gostado!

Té té.

 

Não sei o que desenhar!

Oi gente, tudo bem?

Antes de começar o post só queria compartilhar um grande acontecimento recente (para mim) que é a inauguração da minha loja virtual! ❤ Nem acredito que ela existe! O link é este aqui: www.luizanormey.com.br e por enquanto só tem pôsteres das minhas artes, mas em breve mais produtos chegarão! Espero que gostem 🙂

Bom, o assunto de hoje é sobre uma reclamação que ouço muito, eu inclusive passo por isso quase sempre e até pouco tempo atrás era um grande problema para mim: não saber o que desenhar. O fato de não ter nenhuma ideia pode chegar a ser bem frustrante e ajuda na desistência. As vezes passo dias só pensando e tentando ter alguma luz, e quando consigo, faço a ilustração em uma hora. Chega até ser ridículo, hehe. Mas esse problema pode estar inserido em vários contextos diferentes, alguns mais críticos que outros. Que para mim são:

  • Você ilustra com muita frequência mas está sem ideias
  • Você ilustra as vezes e ainda não achou seu estilo
  • Você só consegue desenhar copiando

Eu já passei por todos os contextos, então vou contar o que me ajudou (e ajuda) a superar essa crise artística.

Misturar referências.

Faço isso muito quando fico totalmente bloqueada. Principalmente nas fases de só saber copiar e de ainda não ter um estilo próprio. O que eu faço nesse caso é ir direto para meus bancos de imagens. O lugar onde encontro mais inspirações é o Pinterest. Um site onde você pode ter pastas de referências do mundo inteiro, só “pinando” e agregando as imagens nos painéis que você cria no seu perfil. Meus painéis mais úteis na hora de buscar inspiração são os de: ilustração, pintura, cores e padrões. E para referências fotográficas eu gosto de procurar no Tumblr.

Posso usar como exemplo uma das minhas ilustrações mais conhecidas, a Girafa. A ideia nasceu de uma conversa com um amigo (valeu Wal 🙂 ) em que eu não sabia o que desenhar. Ele então sugeriu uma girafa, porque ele gosta de girafa. Agora eu tinha um tema, mas o que fazer com ele? Primeiro precisava encontrar uma girafa como base. Para isso fui direto no tumblr e achei este gif muito simpático:

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Já sabia como seria a pose da minha girafa! Agora faltavam as cores. De que forma colorir? Não queria me prender as cores reais, então fui procurar inspiração no pinterest. Achei este maravilhoso gato em aquarela:

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Aquarela por Sheila Gill

Adorei essa pintura pelo fato da artista ter substituído as cores escuras (que no gato real deviam ser preto, cinza ou marrom) por azul, verde e roxo. Esse detalhe acabou criando uma singularidade na obra mesmo ela sendo uma representação bem realista do animal. Então decidi fazer isso também e substituir os tons terrosos da girafa por ocre, laranja e rosa, e as partes pretas/marrons por verde escuro em degradê com o preto. E por fim, senti que faltava mais alguma coisa na pintura e achei esta referência:

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Aquarela por Furry Little Peach

Onde a artista insere formas, padrões, ornamentos, entre outras estilizações para personalizar a pintura. E assim com lápis de cor e canetinha branca de gel fui acrescentando os detalhes na girafa. O resultado final ficou assim:

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A frase “Oi estranho” não veio de lugar nenhum, eu olhei para a girafa e senti que ela estava me dizendo isso, hahah.

Aprender novas técnicas.

Uma solução que acho muito boa e enriquecedora na hora de encontrar um tema para desenhar é a do exercício técnico. Você escolhe algo novo para aprender, tanto na parte de ilustração ou na de pintura, e a partir dai cria uma ideia. Eu tenho vários desenhos que surgiram desse estudo de novas técnicas. Por exemplo, encontrei este vídeo no youtube que ensina a pintar galáxia com tinta acrílica:

E disso saiu esta mini pintura:

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Outro exemplo foi quando quis testar a técnica de aquarela com nanquim usando esta imagem como referência:

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Aquarela por Miss Capricho

E saiu esta padronagem:

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E assim você vai experimentando. Pelo menos uma vez por mês é legal testar algo novo. Isso ajuda muito a soltar a criatividade 🙂

Reviver a infância e explorar interesses atuais.

Estou colocando essas duas dicas juntas porque no meu caso elas sempre acabam se misturando. É um ótimo exercício para quem está procurando seu estilo, seu diferencial como artista. No meu caso eu fui primeiro desenhando sem pensar para depois me dar conta que estava retratando meus gostos e minha infância. E foi assim que fui descobrindo um padrão.

– O mar.

Quando eu queria pintar algo relaxante, silencioso e profundo, sempre me vinha na cabeça o mar. Ele está presente na minha infância e no meu presente. Tenho a sorte de viver perto dele, e quando quero esquecer de tudo, vou para o mar, e fico à deriva lá no fundo, sozinha e no silêncio. Foi assim sem pensar que fiz estas aquarelas, e descobri parte do meu estilo:

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– No meio da natureza.

Quando eu era criança sempre brincava no meio do mato, subia em árvores e dormia na grama. E por alguma razão sempre sonhava que eu era um ser bem pequeno que morava no meio da floresta, e ficava protegida entre a folhagem. Hoje em dia ainda gosto de entrar em matas fechadas, principalmente tropicais, e toda vez que vejo um esconderijo natural, tenho vontade de ficar ali. Dessa pira que surgiu minha coleção de meninas no meio da natureza:

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– Cachos

E por fim, um assunto que faz parte da minha identidade: meu cabelo. Quando eu era nova, quase nunca desenhava alguém de cabelo cacheado, só quando eu tinha que me retratar. E isso refletia muito em como eu me sentia comigo mesma, em quem eu queria ser. Hoje, muito pelo contrário, tenho vontade de sempre pintar cachos e afros, e é um assunto cada vez mais presente na minha vida, meu cabelo virou minha identidade. Todo artista desenha indiretamente a si mesmo, então não se preocupe quando seus amigos reclamam “você sempre se desenha!”, hahah.

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Estes exemplos que citei são os únicos casos em que a ideia da pintura brotou com muita naturalidade, sem precisar racionar. É em essa situação que você começa a descobrir seu estilo, e a partir dai fica muito mais fácil sair do bloqueio do “não sei o que desenhar”.

——

E bom, essas são minhas dicas! Espero que sejam úteis para vocês 🙂

Té té!

 

Passo a passo – “Girassol”

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Desta vez vou furar a fila do passo a passo com a minha mais nova ilustração! Muitos pediram, então aqui vai meu processo de criação da arte “Girassol” 🙂

Parte 1 – O desenho.

Foi algo bem simples, não queria usar muito lápis então só desenhei a cabeça da menina e uma parte do corpo.

Materiais utilizados:

  • Lapiseira 0.3 da Pentel com grafite B da Pilot
  • Borracha da Coca-Cola
  • Folha do bloco da Canson Aquarela 300g/m², tamanho A4

Parte 2 – A pintura.

Materiais utilizados:

  • Pincéis pelo de marta
  • Pincel com reservatório da Pilot Japan
  • Aquarela de pastilha da Winsor & Newton Cotman Water Colour
  • Aquarela de bisnaga da Winsor & Newton Cotman Water Colour
  • Lápis de cor aquarelável da Faber-Castell de 36 cores
  • Caneta de gel branca da Uni-ball Signo

Como eu queria uma pintura mais orgânica, resolvi não esboçar a lápis a parte dos girassóis, então diretamente com o pincel fui fazendo manchas marrons, depois pétalas amarelas e acrescentando cabos e folhas verdes em cada flor que se formava. Minha tática foi pegar várias imagens de girassóis no google e ir usando como referência na hora da pintura.

O rosto da menina eu comecei testando uma técnica de sombra que vi outros artistas fazendo, que é sombrear antes do rosto ser totalmente pintado. Fiz algo bem aguado em azul, com medo de ficar muito forte. (Mais pra frente perco o medo, hehe)

Algo que dá para reparar é que usei cores muito fraquinhas, bem aguadas, isso porque eu não tinha certeza das tonalidades finais que eu gostaria de alcançar. Sempre uso essa técnica quando estou em dúvida sobre as cores, hehe.

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Continuei pintando girassóis, inclusive com tons diferentes de verde por pura preguiça de ficar misturando mais tinta para chegar no tom certo (não façam isso em casa, crianças. haha). E fiz um degradê no cabelo, começando pela parte de fora com um amarelo claro, e enquanto a tinta ainda estava molhada fui acrescentando tons de amarelo mais escuros, até chegar no ocre. O rosto eu reforcei a sombra com marrom bem escuro, já que a pele dela ia ser negra, então a sombra teria que ser bem forte para dar bom contraste. Para não ficar uma sombra marcada, eu gosto de usar o pincel com reservatório que ele permite “esfumaçar” a tinta de um jeito surreal. Muito bom, recomendo!

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Depois da sombra seca, preenchi todo o rosto de marrom menos a boca. Enquanto a tinta ainda estava um pouco úmida, acrescentei um leve rosadinho nas bochechas. Quando o rosto secou, pintei a boca com esse mesmo tom (uma mistura aguada de marrom com magenta). Depois de tudo seco pintei com um pincel bem fininho um contorno no rosto com marrom mais escuro. E com um marrom quase preto fiz os cílios e a sobrancelha.

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Com a menina praticamente pronta, fui ajeitar o matagal multicolorido, hehe. Como tudo estava pintado com cores bem fraquinhas, escolhi os tons definitivos e fui pintando por cima. Mais amarelo nas pétalas, mais marrom nos miolos da flor e o meio mais escuro, e também escolhi um verde forte que conseguiu ficar por cima de todos aqueles tons aleatórios iniciais que eu tinha feito na folhagem.

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Tendo a base toda pronta, comecei a fazer os detalhes. Com lápis de cor marrom fui pontilhando os miolos dos girassóis e com um lápis ocre fiz umas sombrinhas nas pétalas. Para desenhar os nervos das folhas usei a caneca gel branca.

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Eu gosto de usar o lápis de cor aquarelável para consertar algumas coisas na pintura. Neste caso pintei com lápis marrom algumas partes da pele para realçar a sombra, e com lápis ocre arrumei algumas falhas do cabelo.

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E no fim fiz uma alteração depois de ter postado o desenho nas minhas redes sociais (ops!), que foi cobrir todas as áreas brancas da folhagem com lápis de cor verde musgo + verde escuro. Isso porque eu estava sentindo que a menina parecia estar com o corpo cortado :s Hehehe, fiquei agoniada e tive que mexer nisso.

girassol

E pronto!

Se tiver alguma outra ilustração na minha página que vocês queiram saber como foi o processo de criação, me avisem! 🙂

Té max!